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Recordar é Viver e ser feliz


Não é de hoje que cientistas afirmam que ouvir música clássica exerce influência benéfica sobre a aprendizagem e a memória – é o chamado Efeito Mozart. Mas há quem ainda duvide do fenômeno.

Você sabia que as músicas que se ouve colaboram para o seu fracasso ou sucesso no amor?

Algumas músicas (ou melhor a maioria) falam de amor e relacionamento.
No entanto umas (a minoria) falam coisas positivas e construtivas sobre o amor e as 90% restantes falam de coisas degradantes, depressivas e pessimistas sobre o relacionamento humano. Não é à toa que a grande maioria das pessoas vivem relacionamentos frustrados, não é mesmo?

Você já deve ter ouvido falar de mensagem subliminar. As músicas que ouvimos tem um poder muito grande de hipnotizar nosso subconsciente para uma determinada ação, pois mexem fortemente com nossas emoções, muitas vezes levando até aos prantos.

No momento em que se ouve música você está envolvido, empolgado e cheio de entusiasmo. E cantando algum refrão de música repetidas vezes durante o dia, você pode não se dar conta mas está se autohipnotizando.

Como diz o velho ditado: "Não adianta chorar o leite derramado", portanto seja mais crítico quanto as letras das músicas que você ouve.
Decida-se! Quer viver bons relacionamentos?

Então ouça e cante apenas músicas que favoreçam isso.

Nos últimos anos, uma inesperada demanda por CDs com obras de Mozart, um dos mais importantes compositores da história da humanidade, foi observada em diversas partes do mundo. Mas por quê? Não havia nenhum apelo aparente para o modismo – trilha-sonora de filme, por exemplo – que explicasse a razão do súbito interesse pela música do austríaco. Havia, no entanto, a divulgação massiva dos resultados de uma pesquisa que afirmou que escutar a obra de Mozart fortalece a capacidade de concentração, estimula a aprendizagem e a memória e pode até ajudar no controle da epilepsia. Será mesmo?

No começo dos anos 90, os doutores Francis Rauscher e Gordon L. Shaw, da Universidade de Califórnia (EUA), comandaram a primeira pesquisa que relacionava a música a efeitos na área correspondente à aprendizagem no cérebro. Um grupo de 84 estudantes da universidade escutou diariamente, por dez minutos, durante determinado período, a Sonata para dois pianos em ré maior (KV 448), de Mozart. Ao final do trabalho, foi constatado que a capacidade de raciocinar e a percepção tempo-espaço do grupo haviam melhorado significativamente já na hora seguinte ao experimento.

Anos mais tarde, os cientistas repetiram o estudo com crianças em idade pré-escolar, divididas em quatro grupos: dois tiveram aulas de piano, um foi treinado em computação e o quarto não recebeu nenhum curso extracurricular. O resultado: as crianças submetidas às aulas de piano melhoraram suas notas em 34%, contra incremento zero nos resultados obtidos pelas outras. E mais: essa melhora durava até o dia seguinte, e não apenas uma hora, o que sugere que as lições de piano aumentaram a duração das mudanças nas conexões do cérebro.

Em outra investigação, Shaw verificou que alunos de segunda série que faziam aulas de piano duas vezes por semana apresentaram desempenho superior em matemática em relação aos alunos de quarta série que não estudavam música.

Recentemente, a equipe comandada por ele usou aparelhos de ressonância magnética para mapear as áreas do cérebro ativadas pela música de Mozart. Percebeu-se que, além do córtex auditivo (no qual o cérebro processa os sons), a música também ativa regiões associadas à emoção. “Ao ouvir Mozart, o córtex inteiro se acende”, afirmou Mark Bodner, cientista que auxiliou Shaw.

É claro que os pesquisadores também utilizaram obras de outros compositores a fim de constatar se os resultados eram exclusivos de Mozart ou não. Descobriu-se, então, que apenas as músicas do compositor austríaco ativam áreas do cérebro envolvidas com a coordenação motora, a visão e os outros processos mais sofisticados do pensamento – o porquê, até agora, é um mistério.

   Editor Responsável: Filipe de Sousa

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