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Angola, oficialmente República de Angola, é um país da costa ocidental de África, cujo território principal é limitado a norte e a nordeste pela República Democrática do Congo, a leste pela Zâmbia, a sul pela Namíbia e a oeste pelo Oceano Atlântico.


Capital: Luanda
Presidente: José Eduardo dos Santos
Moeda: Kwanza
População: 20,82 milhões (2012) Banco Mundial
Língua oficial: Língua portuguesa
Governo: Estado unitário, Presidencialismo, República

 

Angola, oficialmente República de Angola, é um país da costa ocidental de África, cujo território principal é limitado a norte e a nordeste pela República Democrática do Congo, a leste pela Zâmbia, a sul pela Namíbia e a oeste pelo Oceano Atlântico. Inclui também o enclave de Cabinda, através do qual faz fronteira com a República do Congo, a norte. Para além dos vizinhos já mencionados, Angola é o país mais próximo da colônia britânica de Santa Helena.


Os portugueses estivam presentes em alguns pontos no que é hoje o território de Angola desde o século XV, interagindo de diversas maneiras com os povos nativos, principalmente com aqueles que moravam no litoral. A presença portuguesa na região iniciou-se no século XV, mas a delimitação do território apenas aconteceu no início do século XX. O primeiro europeu a chegar a Angola foi o explorador português Diogo Cão. Angola foi como uma colônia portuguesa que apenas abrangeu o atual território do país no século XIX e a "ocupação efetiva", como determinado pela Conferência de Berlim em 1884, aconteceu apenas na década de 1920, após a resistência dos povos mbundas e o sequestro de seu líder, Mwene Mbandu Kapova.


A independência do domínio português foi alcançada em 1975, depois de uma longa guerra de libertação. Após a independência, Angola foi palco de uma intensa guerra civil de 1975 a 2002, majoritariamente entre o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Apesar do conflito interno, áreas como a Baixa de Cassanje mantiveram ativos seus sistemas monárquicos regionais. No ano de 2000 foi assinado um acordo de paz com a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), uma frente de guerrilha que luta pela secessão de Cabinda e que ainda se encontra ativa.

É da região de Cabinda que sai aproximadamente 65% do petróleo de Angola.


O país tem vastas reservas minerais e de petróleo e sua economia tem crescido em média a um ritmo de dois dígitos desde 1990, especialmente desde o fim da guerra civil. Apesar disso, os padrões de vida angolanos continuam baixos para a maioria da população e as taxas de expectativa de vida e mortalidade infantil no país continuam entre os piores do mundo.6 Angola é considerada economicamente desigual, visto que a maioria da riqueza do país está concentrada em um setor desproporcionalmente pequeno da população.

 

A população de Angola foi estimada em 18 056 072 habitante em 2012.21 Ela é composta por 37% de ovimbundos (língua umbundu), 25% de ambundos (língua kimbundu), 13% de bakongos e 32% de outros grupos étnicos (como os côkwes, os ovambos, os mbundas, com o último tendo sido substituído pelos ganguelas, um termo genérico para os povos do leste das planícies centrais angolanas e que tem um significado ligeiramente depreciativo quando aplicado pelos grupos étnicos ocidentais, e os xindongas) como bem como cerca de 2% mestiços (mistura de europeus e africanos), 1,4% de chineses e 1% de europeus.24 As etnias ambundu e ovimbundu formam, combinadas, a maioria da população (62%).

 

A população do país deverá crescer para mais de 47 milhões de pessoas em 2060, quase triplicando a estimativa de 16 a 18 milhões em 2011.25 O último censo oficial foi realizado em 1970 e mostrou que a população total era de 5,6 milhões habitantes.

O primeiro censo pós-independência será realizado durante este ano de 2014.

 

Angola vai ser o principal destino para os investidores do sector do petróleo neste e no próximo ano, prevê a consultora Business Monitor International (BMI), que aposta num crescimento médio do PIB de 7,4% até 2018.

"Esperamos que Angola mantenha a posição de principal destino de investimento dentro da indústria do petróleo", afirma o Relatório sobre Gás e Petróleo em Angola, sublinhando que apesar de se antever um abrandamento da produção de petróleo, os planos para novos projetos vão garantir um crescimento forte durante grande parte do período em análise – 2014 a 2018.

O documento cita o responsável da Sonangol em Luanda, Domingos Cunha, para sustentar que os próximos tempos serão muito atarefados, tendo em conta o lançamento de explorações na área do pré-sal, uma camada por baixo do fundo do mar, que as autoridades angolanas acreditam ter enorme potencial, à semelhança do Brasil.

 

"Antecipamos uma temporada atarefada de perfuração nos próximos trimestres, com 32 poços planeados em Angola este ano, incluindo 15 que vão testar as formações de pré-sal", lê-se no relatório, que explica que os 32 poços de 2014 contrastam com apenas dois no ano passado.

O responsável da Sonangol, aliás, é ainda citado para explicar que, até 2022, o número médio de poços vai ser, no total, de 25, e não apenas no pré-sal.

 

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